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sábado, 6 de outubro de 2012

Resenha coletiva: Lisbela e o prisioneiro

Curso: Em Cine: Formando leitores e escritores
E. E. E. F. Nossa Senhora do Rosário


       "Lisbela e o prisioneiro" é uma comédia romântica dirigida por Guel Arraes e conta a história de Lisbela, uma menina sonhadora que se apaixona por Leléu, um malandro sedutor.
          Lisbela está noiva de Douglas, covarde metido a carioca, até que Leléu chega à cidade e mexe com o coração de Lisbela, que larga tudo para viver esse amor. Antes disso, ela já havia conquistado a mulher do valentão e matador Frederico Evandro, Inaura. A história é repleta de personagens engraçadas como o cabo Citonho, trapalhão e muito namorador, que sempre era pego namorando na delegacia pelo tenente Guedes, o pai de Lisbela e chefe de polícia da cidade.
       Lisbela e Leléu passam por várias dificuldades, uma delas é a pressão familiar, seu pai, muito autoritário, não permitia o relacionamento dos dois, mas com muita bravura e humor eles conseguem superar as dificuldades e ficar juntos.
      A história é muito interessante e bem humorada, pois fala de um amor verdadeiro, que passou por muitas adversidades e ao final todas foram superadas de uma forma muito divertida. Só assistindo para comprovar o sucesso de bilheteria do filme "Lisbela e o prisioneiro".

Resenha: Lamúria

1º LUGAR

Caroline Nunes Martins - 9º ano
Curso: Em Cine: Formando leitores e escritores
E. E. E. F. Nossa Senhora do Rosário

       "Lamúria" é um filme que se passa na cidade de Campina Grande, um drama que conta a história de um amor impossível.
     "Lamúria" conta a história de Bruno (Jonatha Medeiros) um menino apaixonado por seu professor de literatura Walter (Fabiano Raposo) que está cheio de problemas com sua esposa. O que deixa o filme mais interessante é o fato de seu amigo Thadeu (Pablo Carvalho) ser apaixonado por Bruno.
        É um filme dirigido por Nathan Cirino, que fala sobre um assunto muito discutido que é o homossexualismo, que tem como título "Lamúria" por causa da lamentação que é amar e não ser correspondido. "Lamúria" é um filme cheio de emoções, recomendo-o para ser assistido.



2º LUGAR

Roberta Rayane de S. Santos - 9º ano
Curso: Em Cine: Formando leitores e escritores
E. E. E. F. Nossa Senhora do Rosário



        Lamúria é um drama romântico dirigido por Nathan Cirino, que fala sobre o amor de um aluno pelo professor.
     Bruno (Jonatha Medeiros) está apaixonado pelo professor de literatura Walter (Fabiano Raposo) que recitava poemas românticos. Passa um trabalho para que os alunos criem um poema e Bruno está com dúvidas de como fazer, marca com o professor as 11:00 horas, Bruno fica ansioso para que dê 11:00horas, chega à hora e Bruna fica esperando mais um tempo, mas o professor não chega, acaba que Bruno faz o poema sozinho e Thadeu, seu amigo coloca o nome de Lamúria mesmo sem saber o significado da palavra, no momento da leitura do poema fica explícita a paixão que Thadeu sentia por Bruno.
      O filme é bom, pois passa uma mensagem sobre o homossexualismo, que o amor não tem barreiras e poder ser vivido por todos, até os homossexuais que sofrem muito preconceito na atualidade. Só assistindo para comprovar. Não perca "Lamúria"

sábado, 21 de maio de 2011

Resenha do filme " O oléo de Lorenzo"

Gláucia Barbosa de Negreiros ¹

O filme O óleo de Lorenzo é um filme produzido em Hollywood em 1992, dirigido por George Miller, classificado como gênero drama, foi indicado ao Oscar (EUA) em (1993) as categorias de “Melhor Atriz” (Susan Sarandon) e Melhor Roteiro Original, também foi indicado ao Globo de Ouro de 1993, a categoria de “Melhor Atriz” de Drama (Susan Sarandon), o filme de 1.35 min é baseado em uma história real, tendo como personagens principais “Augusto Odone” que é o ator Nick Nolte e “Michaela Odone” a atriz Susan Sarandon, eles vivem os personagens dos pais de Lorenzo, o menino que tinha uma doença incurável e degenerativa “ALD” que causa degeneração no cérebro. O filme traz em seu enredo importantes reflexões sobre a doença ALD e a busca pela cura desta doença rara e que não havia cura, a traves de estudos e pesquisas dos próprios pais. A historia se passa com um casal que tem um filho “Lorenzo” que levava uma vida normal até os cinco anos de idade a partir de então começaram aparecer diversos problemas de ordem mental, que são diagnosticados como ADL, uma doença rara que leva o paciente à morte em pouco tempo. Os pais do menino ficam frustrados com o fracasso dos médicos e a falta de medicamento para a doença, vendo seu único filho perder a vida aos poucos, resolvem a partir de então descobrir mais sobre a doença, e começaram uma batalha científica estudando livros de medicina e os poucos artigos científicos da época pesquisando sozinhos, na esperança de descobrir algo que possa deter o avanço da doença, tudo que pudesse ajudar na compreensão da ação desta doença e assim poder discutir com os médicos a melhor forma de tratamento para amenizar os sintomas de Lorenzo, quando eles acreditavam que haviam encontrado alguma informação relevante, procuravam médicos e professores dos cursos de medicina e discutiam com eles suas idéias, sempre buscando encontrar um tratamento que chegasse a cura um dia ou diminuísse o sofrimento de Lorenzo.
As dificuldades encontradas foram enormes, desde preconceitos de profissionais médicos e professores de universidades, por os pais de Lorenzo serem leigos na área, pois não tinham nenhuma formação superior nem em Bioquímica nem em Medicina ficavam impossibilitados da realização de testes em humanos, de tratamentos ainda não autorizados pelo Órgão que fiscaliza a saúde nos Estados Unidos), uma luta intensa para encontrar parceiros químicos com competência para produzir a fórmula dos óleos que eles acreditavam que pudessem curar Lorenzo, a doença “ ADL” se caracteriza pelo acúmulo de ácidos graxos (principalmente ácidos com 24 e 26 carbonos) sobretudo nas células do cérebro, levando à destruição da bainha de mielina, que protege determinados neurônios, sem a mielina, eles perdem a capacidade de transmitir corretamente os estímulos nervosos que fazem o cérebro funcionar normalmente e aí surgem os sintomas neurológicos da doença. O óleo de Lorenzo é uma mistura de dois ácidos graxos insaturados, o ácido oléico (C18:1) e ácido erúcico (C20:1), cujo metabolismo se acrescenta aos dos saturados, impedindo assim o seu acúmulo, para atingir a estes resultados, os pais de Lorenzo estudaram os resultados de muitas pesquisas na época, inclusive feitas em animais, eles sabiam que o óleo é tóxico para ratos, levando-os à morte, mas tiveram a coragem de testar em seu filho e divulgar ao mundo que o óleo é inofensivo aos humanos e que podia reverter e principalmente evitar os efeitos catastróficos da ADL, com o uso desse óleo, Lorenzo não voltou ao estado normal, apenas barrou a doença, e através de tratamentos, conseguiu várias melhoras, no filme não mostra quando ele morreu mais na internet diz que ele morreu aos 28 anos, segundo pesquisas ate hoje o óleo não é autorizado o uso em humanos e hoje produzido por uma companhia inglesa, e o Sr. Odone não recebe nenhuma porcentagem das vendas. Os pais de Lorenzo fundaram o “Projeto Mielina” uma fundação que tenta reunir esforços nas pesquisas sobre as doenças relacionadas. Existi também outras crianças que usaram e usam até hoje o óleo de Lorenzo, não existindo progresso da doença, nem chegando a apresentar todos os sintomas, a dedicação, fé, amor e coragem dos pais de Lorenzo não foram em vão, pois milhares de crianças são beneficiadas até hoje. Os mesmos foram homenageados por sua contribuição á ciência.
O diretor George Miller apresenta a traves deste filme um relato dos conhecimentos popular e cientifico que uma família com base religiosa, que tem fé em Deus manifestada pela esperança, traz uma filosofia de vida traduzida pela perseverança, que independente da dedução humana se baseia na pesquisa cientifica para buscar uma solução para o seu grande problema.
Um drama comovente por ser baseado em fatos reais, nos leva a uma intensa reflexão de valores pessoais, é uma lição de vida, vale a pena conhecer essa história.



 ¹ Graduanda do Curso de Letras da Universidade Estadual da Paraíba.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Resenha do Cisne Negro

Tommy Beresford
Jamais começaria a resenha de “Cisne Negro” com “este é o papel da vida de Natalie Portman”. Primeiro porque, para mim, esta frase soa como “o derradeiro voo do cisne” (trocadilho inevitável), como se ela nunca mais fosse interpretar algo tão bom ou tão importante. Segundo porque Natalie já provou seu enorme talento em outros papéis.
O fato é que a interpretação de Portman vale realmente cada um dos prêmios que recebeu até agora (entre eles, o Screen Actors Guild, o Globo de Ouro de Drama e o BAFTA) e deve mesmo levar o Oscar, ainda que dispute com candidatas fortes como Annette Bening, ótima em Minhas Mães e Meu Pai.
Seja como for, a excelência do trabalho de Portman vem de toda a preparação que ela precisou fazer para o papel. Ainda mais magra, com exaustivas aulas de dança (embora use dublê em parte das cenas), a atriz dá veracidade à aparentemente doçura de Nina, e consegue transmitir a tensão de toda a transformação pela qual passa. Fico pensando em qual outra boa atriz poderia ter se dedicado e ter feito um trabalho de qualidade neste específico e difícil papel que não Portman. Inclusive fisicamente: não basta apenas talento, é preciso mais que isso. Algumas inclusive teriam que tirar o silicone…
Talvez os que não tenham contato com o mundo da dança (em especial o exigente métier do Ballet Clássico) não entendam a pressão, e claro que o filme leva não somente a situação ao limite como mostra o que a bipolaridade pode fazer com alguém: é bastante competente o tratamento dado aos temas pelo diretor Darren Aronofsky (que vem do excelente “O Lutador” e do incompreendido “Fonte da Vida”).
Seja como for, o filme é de Natalie Portman e ela não despediçou a oportunidade. Mas é impossível não citar o trabalho de Mila Kunis (ganhadora do “Marcello Mastroianni Award” no Festival de Veneza e que levou uma indicação ao Globo de Ouro, perdendo para Melissa Leo de “O Vencedor”) e a minúscula participação de Winona Ryder (tem gente que só a reconheceu quando a viu nos créditos), além da reaparição de Barbara Hershey, intensa na composição da mais empenhada “ex-bailarina frustrada que é mãe de bailarina talentosa”. Como coreógrafo, o ótimo Vincent Cassel nunca esteve tão canastrão, mas não destoa muito, felizmente.
Vale a pena assistir, mas é bom realçar que não é um mero entretenimento. Há te(n)são, cenas fortes, a câmera (bem utilizada nas sequências de ensaios) muitas vezes têm closes trêmulos e cansativos, mas não deixe de assistir.